Nuno Felix da Costa

Nasceu em Lisboa em 1950, onde vive e trabalha. Psiquiatra, ex-professor da Faculdade de Medicina de Lisboa.
Expôs pintura, fotografia e pintura sobre fotografia desde 1983. Publicou, desde 1995, nove livros de poesia, os primeiros três na &etc: Noutro sítio (1995), Panfletarium (1996), Cinematografias (1998). Depois, Arte última (Casa Fernando Pessoa, 1998), Catálogo de soluções (Córtex Frontal, 2010), Agora nós (Córtex Frontal, 2012), O desfazer das coisas e as coisas já desfeitas (Companhia das Ilhas, 2015), Epopeia mínima (Companhia das Ilhas, 2020), Manual para ser humano (Cepe, Recife, Brasil, 2021).
Publicou prosa: Pequena voz – Anotações sobre poesia (Companhia das Ilhas, 2016), reeditado pela Cepe (Brasil) em 2018, e em Itália, Picola voce, (2023), Estar no sistema (Teodolito, 2019), A clínica e a patologia dos sistemas (Companhia das Ilhas, 2020) e O mim impossibilitado do acontecer (Cepe, 2021). Publicou livros de fotografia: Retratos de hábito (Assírio & Alvim, 1983), Arte última, (Casa Fernando Pessoa, 1998), Portulíndia, (Córtex Frontal, 2009), Salão Lisboa, (Companhia das Ilhas, 2020), O mundo mesmo (2021, Cepe) e Portugal era assim, (Cortex Frontal, 2024).

Na Companhia das Ilhas