Henrique Manuel Bento Fialho

Rio Maior, 1974.

Henrique Manuel Bento Fialho nasceu em 1974. Publicou poesia, ficção e ensaio, destacando-se os livros Estórias Domésticas & Outros Problemas (OVNI, 2006), O Meu Cinzeiro Azul (Canto Escuro, 2007), Estranhas Criaturas (Deriva, 2010), A Dança das Feridas (2011), Suicidas (Deriva, 2013), Estação 2012 (Mariposa Azual, 2014), Call Center (Companhia das Ilhas, 2014, 1.ª ed.), A Grua (Volta D’Mar, 2017) e A Festa dos Caçadores (Abysmo, 2018). Prefaciou vários livros, está representado em diversas antologias de poesia e conto publicadas em Portugal, Brasil, Espanha e Marrocos. Colaborou com textos ensaísticos, poemas e ficções em variadíssimas publicações colectivas de Portugal (Cão Celeste, A Ideia, Saudade, Golpe D’Asa, Big Ode, etc.), Espanha (Aullido) e Itália (Submarino). Traduziu poemas do poeta chileno Nicanor Parra e da poeta argentina Alejandra Pizarnik para a revista Di Versos – Poesia e Tradução. Prefaciou e seleccionou os textos do poeta brasileiro Augusto dos Anjos para o volume Doutor Tristeza (Mia Soave, 2015). É responsável desde 2018 pela organização do ciclo de poesia Diga 33 para o Teatro da Rainha. Mantém o weblog Antologia do Esquecimento.

«No universo de H.M.B.F., o espelho que reflecte a sociedade partiu-se em mil estilhaços, e é sobre essas arestas de vidro que as personagens caminham, cortando-se e sangrando, mais impulsionadas pelo espanto do que pela revolta, seguindo ainda assim em frente, através do negrume. As incongruências da vida gregária (na família, no bairro, no país) e a entropia social geram uma energia turva que explode através de situações absurdas.»

José Mário Silva (Expresso/Atual, 2 de Agosto de 2014).

Na Companhia das Ilhas