Carlos Alberto Machado

Lisboa, 1954. Vive nas Lajes do Pico (Região Autónoma dos Açores).

Licenciado em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa e Mestre em Sociologia da Comunicação e Cultura pelo ISCTE, em Lisboa. Professor, dinamizador cultural, editor, ensaísta, poeta, dramaturgo e encenador. Foi professor de teoria e investigação nas Licenciaturas em Teatro da Universidade de Évora e da Escola Superior de Teatro e Cinema. Como autor e editor, colaborou com várias revistas, entre as quais a SetePalcos, Adágio, Belém, Periférica, Boca de Incêndio, Três Três, A Sul de Nenhum Norte, Telhados de Vidro, Atlântida, Azorean Spirit, Enfermaria 6 , Flanzine, transeatlântico, Grota, Olga (Espanha) e Poezija (Croácia), tendo sido também co-director da revista Magma.

É autor de ensaios de crítica e história do teatro – tais como Teatro da Cornucópia: As Regras do Jogo (Frenesi, 1999); Centro Dramático de Évora: 25 Anos em Cena – CCE/CENDREV 1975-2000 (Cendrev, 2000); e, ainda no domínio do ensaio sobre a história do teatro em Portugal, participou também em obras de referência: Fragmentos da Memória. Teatro Independente em Portugal – 1974-1994 (Acarte, 1994); José Manuel Castanheira. Scénographies 1973-1993 (Centre Georges Pompidou/Nobilis, 1993); e José Manuel Castanheira. Une Ruine en Construction (Centre Georges Pompidou/Nobilis, 1993).

Principais obras:

O Mar de Ludovico (ficção, Companhia das Ilhas, 2017), Pés no Charco (poesia, Do Lado Esquerdo, 2017), A paisagem num dia algo nublado vista com óculos de sol com lentes polarizadas – com Nuno Morão, imagens (poesia, não edições, 2016); Novas  Estórias Açorianas (ficção, Companhia das Ilhas, 2016), Pôr as pernas do lado da cabeça e partir (poesia, ed. 50 kg, 2015); Teatro Reunido (2000-2010) (Companhia das Ilhas, 2014); Antologia poética (Rio de Janeiro, Oficina Raquel, colecção Portugal 0, nº 7, coordenação de Luis Maffei, prefácio de Mauricio Salles Vasconcelos, 2013); O Gato Visitador (poesia, volta d’mar, 2013); Hipopótamos em Delagoa Bay (romance, abysmo, 2013); Estórias Açorianas (ficção, Companhia das Ilhas, 2012), Corpos (poesia, azulcobalto – Milideias, 2011); Por eso volveré / Por isso voltarei / C’est pourquoi je reviendrai (poesia, Horizontes Insulares, Gobierno de Canarias, 2010); Registo Civil (poesia reunida, Assírio & Alvim, 2010); Hoje Não Há Música (teatro, Escola Portuguesa de Moçambique, 2010); 5 Cervejas para o Virgílio (teatro, & etc, 2009); Hamlet & Ofelia (teatro, Escola Portuguesa de Moçambique, 2008); Talismã (poesia, Assírio & Alvim, 2004); A Realidade Inclinada (poesia, Averno, 2003); Aquitanta (teatro, ed. autor, 2003); Restos. Interiores (teatro, ed. autor, 2002); Os Nomes que Faltam (teatro, Teatro Nacional S. João/Cotovia, 2001); Mito, seguido de Palavras Gravadas na Calçada (poesia, & etc, 2001); Transportes & Mudanças. Três Peças em um Acto (teatro, frenesi, 2000); Teatro da Cornucópia. As Regras do Jogo (ensaio, frenesi, 1999).

Participações/Inclusões:

Casa, Coimbra, Do Lado Esquerdo,  2016.

Poesia, Um Dia. Poetas em Ródão (dir. Jaime Rocha), Lajes do Pico, Companhia das Ilhas, 2016.

Persona,  Coimbra, Do Lado Esquerdo, 2015.

O Desejado. Robot Bimby (org. Jorge Corvo Branco), Lajes do Pico, Companhia das Ilhas, 2015.

Poesia, Um Dia (dir. Jaime Rocha), Lajes do Pico, Companhia das Ilhas, 2014.

40 X Abril. Poesia e Ilustração (org. Rui Portulez) Lisboa, abysmo, 2014.

Em Lisboa, Sobre o Mar. Poesia 2001-2010 (org. Ana Isabel Queiroz, Luís Maia Varela e Maria Luísa Costa) Lisboa, Fabula Urbis, 2013.

Poemário Assírio & Alvim (vários anos, desde 2010).

Poetas sem Qualidades (org. Manuel de Freitas), Lisboa, Averno, 2002.

Dramaturgias Emergentes 2 (Cadernos Dramat, Nº 6, Teatro Nacional S. João/Cotovia, 2001).

É editor da Companhia das Ilhas, fundada, com Sara Santos, em 2011.

 

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